Líderes condenam o incidente armado no jantar com Trump em Washington
Da Venezuela a Israel, diversos líderes condenaram o incidente ocorrido no sábado em Washington, onde o presidente americano, Donald Trump, foi retirado de um jantar de gala após um atirador tentar invadir o evento anual com os correspondentes da Casa Branca.
Segundo as autoridades, o suspeito, que comparecerá a um tribunal na segunda-feira, estava armado com uma espingarda, uma pistola e facas.
Estas foram as principais reações:
- Lula -
O presidente expressou na rede X sua "solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington".
"O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger", afirmou.
- Rei Charles III -
O rei Charles III da Inglaterra expressou seu "grande alívio" pelo fato de o presidente Trump, sua esposa Melania e outros convidados terem escapado ilesos dos disparos, informou o Palácio de Buckingham.
- UE -
"Acabei de falar com o presidente Donald Trump para expressar minha solidariedade a ele e à primeira-dama após a tentativa de ataque", declarou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no X.
"Reiteramos que a violência política não tem lugar em nossas democracias", acrescentou.
- Keir Starmer -
O primeiro-ministro britânico disse estar "chocado com as cenas da noite passada no jantar dos correspondentes da Casa Branca, em Washington".
"Qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado nos termos mais contundentes", escreveu em sua conta no X este domingo.
- Emmanuel Macron -
"O ataque armado da noite passada contra o presidente dos Estados Unidos é inaceitável. A violência não tem lugar numa democracia. Ofereço meu total apoio a Donald Trump", escreveu o presidente francês no X.
- Giorgia Meloni -
A primeira-ministra italiana expressou sua "total solidariedade e sincera compaixão" a Trump e aos demais presentes. "O ódio político não tem lugar em nossas democracias. Não toleraremos que o fanatismo envenene os espaços para o livre debate e a informação", acrescentou.
- Benjamin Netanyahu -
O primeiro-ministro israelense afirmou que ele e sua esposa Sara ficaram "chocados com a tentativa de assassinato" contra o presidente Trump.
"Desejamos uma recuperação completa e rápida ao policial ferido e elogiamos o Serviço Secreto dos Estados Unidos por sua resposta rápida e decisiva", acrescentou no X.
- Delcy Rodríguez
"Rejeitamos a tentativa de ataque contra o presidente @realDonaldTrump e sua esposa, Melania, aos quais estendemos nossos melhores votos, assim como aos participantes do Jantar dos Correspondentes. A violência jamais será uma opção para aqueles de nós que defendem as bandeiras da paz", escreveu a presidente interina da Venezuela em sua conta no X.
- Claudia Sheinbaum
O presidente do México afirmou em uma mensagem nas redes sociais que "a violência nunca deve ser o caminho".
"É bom saber que o presidente Trump e sua esposa estão bem após os recentes acontecimentos. Enviamos nossos respeitos a eles. A violência nunca deve ser o caminho", escreveu a líder de esquerda.
- Javier Milei
"O Gabinete da Presidência expressa sua mais veemente condenação à mais recente tentativa de assassinato contra o presidente Donald J. Trump", afirmou a Presidência da Argentina em comunicado.
O presidente argentino também manifestou sua satisfação com a prisão do atirador "antes que ele pudesse concretizar o ataque e matar alguém".
- Recep Tayyip Erdogan
O presidente turco condenou o incidente, comentando que "nas democracias, as lutas são travadas com ideias, e não há lugar para qualquer forma de violência".
- Narendra Modi -
O primeiro-ministro da Índia disse estar "aliviado em saber que o presidente Trump, a primeira-dama e o vice-presidente estão sãos e salvos".
"A violência não tem lugar em uma democracia e deve ser condenada inequivocamente", escreveu em sua conta no X.
- Mark Carney -
O primeiro-ministro canadense também disse estar "aliviado" por Trump e seus assessores terem escapado ilesos e enfatizou que "a violência política não tem lugar em uma democracia".
- Pedro Sánchez -
"Condenamos o ataque ocorrido esta noite contra o presidente Trump", escreveu o primeiro-ministro espanhol em sua conta no X.
"A violência nunca é a resposta. A humanidade só avançará através da democracia, da convivência e da paz", acrescentou.
- Shehbaz Sharif -
O primeiro-ministro do Paquistão, país que atua como mediador no conflito entre os Estados Unidos e o Irã, disse estar "profundamente impactado" com o incidente ocorrido no jantar de gala dos correspondentes da Casa Branca.
A. de Almeida--JDB